Esta é a madrugada que eu esperavaO dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo
Sophia de Mello Breyner Andresen


Maio de 1926. O jornal Rio Lima (edição de 30 de Maio) anuncia a representação das comédias "O Amigo de Peniche " e "O Leão da Estrela", da autoria de Ernesto Rodrigues, Félix Bermudes e João Bastos, pela companhia dirigida por Chaby Pinheiro. A referida companhia tinha estado em Ponte de Lima alguns meses antes, em Dezembro de 1925, apresentando as peças "O Conde Barão" e "Cama, mesa e roupa lavada" (cf. Rio Lima, 29 de Novembro de 1925).
Publicado no número dois, da primeira série, d' "O Anunciador das Feiras Novas" (1948). Na montagem, para além da reprodução do reclamo, incluimos uma imagem de um dedal de correeiro. Anunciada para Junho, a Feira do Cavalo poderia constituir um momento para recuperar a memória deste comércio, através de uma exposição iconográfica e fotográfica.
Por estes dias, chegou a nossas mãos o mais recente livro de José Ernesto Costa. Fala-nos de uma árvore - Ginkgo biloba -, a árvore da amizade. O autor limiano contabilizou 56 exemplares desta árvore em Ponte de Lima. Promover a paz também se faz pela partilha do símbolo. Plantem-se mais árvores e divulgue-se o seu simbolismo... é uma migalha necessária à educação para a paz. 



Carlos Alberto Ferreira de Almeida, na História da Arte em Portugal. O Românico, considera que a Capela do Espírito Santo não deve ser integrada no conjunto de ermidas românicas, por ter sido feita "no período gótico adiantado" (Lisboa: Editorial Presença, 2001, pág. 99). Considera, ainda, que o mesmo erro de classificação acontece com a ermida de Santa Eulália, de Refoios.