quinta-feira, abril 10, 2008
quarta-feira, abril 02, 2008
Santo Ovídio
[reprodução do "A Aurora do Lima", 18.08.1972]
domingo, março 30, 2008
terça-feira, março 25, 2008
Elena Fons
José Sousa Vieira publicou no seu blogue (limianismo.blogspot.com) - que acompanhamos com agrado, reconhecendo qualidade, originalidade e rigor no teor dos seus posts -, uma referência à passagem de Elena Fons por Ponte de Lima, no ano de 1913 (veja-se o post de 17 de Março de 2008). Nos nossos registos de pesquisa temos uma outra referência à presença de Elena Fons em Ponte de Lima, que partilhamos, em jeito de complemento: o jornal Rio Lima anunciava, na edição de 29 de Maio de 1927, que se encontrava aberta assinatura na Casa Singer, na Praça de Camões, para assistir à actuação daquela cantora lírica com a Companhia de Opera Italo-Hespanhola. Prometia-se a execução de excertos da Aida, Carmen e Cavalaria Rusticana. O artigo refere a presença de Miguel Artelli, Carmen Guitart e José Villela.
Segundo a publicação La Ilustracion Española y Americana (15 de Março de 1897, nº X, pág. 165), Elena Fons iniciou a sua formação musical em Sevilha, com dez anos. O Ayuntamiento de Sevilha concedeu-lhe uma pensão de 3 mil pesetas anuais, que, mais tarde, reforçou para que a cantora pudesse deslocar-se à Itália. Segundo a mesma revista, Elena Fons "fué muy aplaudida en los principales teatros, Dal-Verme, de Milan; Rossini, de Venecia, y Comunale, de Trieste". A eminente cantora lírica, até 1897, data de publicação da revista, tinha actuado com êxito no Teatro Real de Madrid, no Teatro de S. Fernando de Sevilha, na cidade de Oviedo e de Gijón.
Note-se, por fim, que a "Troupe Elena Fons" actuou, em Maio de 1913, no Teatro Sá de Miranda, em Viana do Castelo.
terça-feira, março 18, 2008
Sebastião Sanhudo, à procura de assunto...(2)
e da caricatura O Assumpto, de 1878, publicada n' O Sorvete]
sexta-feira, março 14, 2008
domingo, março 09, 2008
O dia em que "O Amigo de Peniche" não esteve no Teatro Diogo Bernardes_1922

O espectáculo esteve anunciado para o mês de Maio. Segundo os jornais locais, a comédia, em três actos, intitulada "O Amigo de Peniche" seria apresentada pela Companhia de Cremilda-Chaby no dia 10 de Maio de 1922 (Cf. Cardeal Saraiva, 4 de Maio de 1922). Contudo, segundo a mesma imprensa, o espectáculo não teve lugar (Cf. Cardeal Saraiva, 11 de Maio de 1922). Aos frequentadores do Teatro restavam as películas. Por esses dias rompiam a escuridão da sala de espectáculos a fita, em episódios, nomeada "Por Amor". A sua projecção terá arrancado em Abril e terminado nos finais de Maio. Os últimos episódios foram projectados juntamente com "A Batalha de Jutlandia", de que já falamos em post anterior.
terça-feira, março 04, 2008
sábado, março 01, 2008
Arquitectura em Ponte de Lima (X)
A revista Cubo (nº 9, 23 de Fevereiro de 2008), que acompanha a edição de hoje (1 de Março) do semanário Sol, apresenta um artigo intitulado "Espírito conciliador", da autoria de Sandra Marques Gomes, que se refere ao conjunto de trabalhos executados pelo arquitecto José Guedes Cruz na vila de Ponte de Lima - Centro Náutico, Museu Rural, Mercado Municipal e Pousada de Juventude. Recomenda-se a leitura. Sendo certo que não é portadora de novidade, a reportagem revela o essencial do perfil do arquitecto e contribuirá para perceber a orientação teórica e conceptual do seu trabalho. Entretanto, em complemento, veja uma apresentação do trabalho do arquitecto José Guedes Cruz que "circula" no ciberespaço, que inclui imagens de Ponte de Lima.
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
A saudade de um Rio

Que coração tão duro, seco e frio
Se poderá livrar do sentimento,
Vendo com vagaroso movimento
Fugir as claras águas deste rio?
[excerto de "A Saudade de um Rio", poema de Frei Agostinho da Cruz (1540-1619), publicado no Cancioneiro do Rio Lima, colectânea organizada por António Manuel Couto Viana, edição da Câmara Municipal de Viana do Castelo, 2001, pág. 116]
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Companhia Chaby Pinheiro no Teatro Diogo Bernardes_1926
Maio de 1926. O jornal Rio Lima (edição de 30 de Maio) anuncia a representação das comédias "O Amigo de Peniche " e "O Leão da Estrela", da autoria de Ernesto Rodrigues, Félix Bermudes e João Bastos, pela companhia dirigida por Chaby Pinheiro. A referida companhia tinha estado em Ponte de Lima alguns meses antes, em Dezembro de 1925, apresentando as peças "O Conde Barão" e "Cama, mesa e roupa lavada" (cf. Rio Lima, 29 de Novembro de 1925). quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Anúncios de Ponte de Lima (XI)
Publicado no número dois, da primeira série, d' "O Anunciador das Feiras Novas" (1948). Na montagem, para além da reprodução do reclamo, incluimos uma imagem de um dedal de correeiro. Anunciada para Junho, a Feira do Cavalo poderia constituir um momento para recuperar a memória deste comércio, através de uma exposição iconográfica e fotográfica.Devem os nossos visitantes ler o comentário produzido por André Rocha ao post de Novembro de 2006, intitulado Arquitectura em Ponte de Lima (IV). Aproveitamos para felicitar o seu autor pelo trabalho desenvolvido no seu blogue (que, há algum tempo, consta da lista de "vizinhos"), particularmente pela apresentação de pequenas anotações para melhorar a paisagem da vila, que consideramos pertinentes. Para terminar, apenas notar que também consideramos que a modernidade não é incompatível com a vetusta vila e que concordamos com a afirmação que faz: "Ponte de Lima tem arquitectura de qualidade capaz de entrar na rota do turismo do património moderno de arquitectura".
sábado, fevereiro 02, 2008
Um ano sem Carnaval nas ruas...
Corria o segundo Ministério de Domingos Pereira que, à semelhança de outros governos da Primeira República, durou apenas alguns meses (de 21 de Janeiro a 8 de Março de 1920). Tempos conturbados, aqueles meses terão motivado a frase, atribuída ao deputado António Maria da Silva, “O País tem estado a saque!”. Em Fevereiro, a imprensa local de Ponte de Lima, fazia eco da decisão ministerial de proibir “as exibições e folguedos carnavalescos nas ruas”. Segundo o jornal Cardeal Saraiva, a notificação, que teria chegado por telégrafo aos Governadores Civis, dava instruções “para que só sejam permitidos [festejos] nos teatros, associações de recreio e casas particulares”, “nas ruas só será permitido o transito a indivíduos sem mascaras e sem caracterização”. Tudo terá corrido sem animação, mesmo no Teatro Diogo Bernardes e na Assembleia Limarense.
sexta-feira, janeiro 25, 2008
Cruzar olhares
quarta-feira, janeiro 23, 2008
Olhares cruzados
sábado, janeiro 12, 2008
Emmanuel Nunes estreia no S. Carlos com transmissão no Teatro Diogo Bernardes
Registe na agenda: no próximo dia 25 de Janeiro, estreia a primeira ópera de Emmanuel Nunes, no âmbito da temporada 2007/2008 do Teatro Nacional de São Carlos (TNSC), intitulada "Das Märchen". O libreto foi construído pelo compositor a partir da narrativa de Goethe "Conversas entre viajantes". A ópera será transmitida em directo para 14 cine-teatros portugueses, incluindo o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima.
[imagem: fotomontagem de jcml a partir da fotografia de Guy Vivien e cartaz da ópera]
quinta-feira, janeiro 10, 2008
segunda-feira, dezembro 31, 2007
A pensar em 2008
Nos próximos dias encimará a coluna lateral deste blogue um excerto do poema "Eu podia escolher", de Toon Tellegen, poeta holandês, nascido em 1941. O tema da paz é, nesta época, recorrente... podemos mesmo afirmar que enfastia. Não lhe negamos urgência - seria cegueira imperdoável! -, mas vêmo-lo tão esquecido no quotidiano dos restantes dias do ano, que se torna verborreia. Também esta afirmação não é novidade! Quantos a fizeram e se deixaram levar pela mesma corrente? O que me atrai na frase de Tellegen é o encontro com a paz na ausência de qualquer ideia. E o facto de a paz ter sido uma escolha. Esta ausência de ideia remete-nos para um silêncio ensurdecedor: a redução da palavra paz à escrita dos postais de Natal e dos votos de Ano Novo. Quiçá guardemos, também, a palavra exclusivamente para tema de poema. Não há noticiário que abra com palavras de paz; primeira página que não venha ensanguentada; letras gordas que anunciem outra coisa senão a ameaça. Nos dias de hoje, falar de paz é algo estranho: os políticos, cada vez mais alheados do mundo, falam da paz como ausência da guerra (a mesma que acabaram de promover); os políticos, centrados no umbigo do poder, desconfiam daqueles que falam de injustiça social, acontece que não há paz sem justiça; os políticos, protegidos pelos vidros esfumados, passeiam ao lado desse inquietante mundo da pobreza (quem dá voz aos milhares de pobres portugueses que recentes dados estatísticos, que foram apenas tema de conversa por um dia, evidenciaram?). A paz não se constrói com meras e efémeras campanhas de caridade, diria caridadezinha. A muitos (diria a todos) homens não lhes interessa a esmola; mas a restituição da dignidade. A Paz. Os políticos e os detentores da riqueza não são um problema; mas não têm, muitas vezes, sido os portadores de soluções. Escrevia Voltaire: "(...) que as pequenas diferenças entre as roupas que cobrem o nosso corpo débil, entre todas as nossas línguas insuficientes, entre todos os nossos hábitos ridículos, entre todas as nossas leis imperfeitas (...) que todas essas pequenas diferenças que distinguem os átomos chamados homens não sejam sinais de ódio nem de perseguição...". Ouçamos Tellegen: "A verdade e a beleza/deixei-as ir". A capacidade de duvidar, de aceitar que a palavra verdade é plural (sem cair no estupor do relativismo), de abandonar velhas arquitecturas e entregarmo-nos ao pensamento, conduzirão a Humanidade a outro caminho. Contudo, para que esse justo propósito se concretize, é preciso escolher a paz.
(...)
Paz, era paz.E nos recônditos da minha alma
dançavam seres
de que nunca tinha sequer ouvido!
E no céu pendia um outro sol.
(Toon Tellegen)
Por estes dias, chegou a nossas mãos o mais recente livro de José Ernesto Costa. Fala-nos de uma árvore - Ginkgo biloba -, a árvore da amizade. O autor limiano contabilizou 56 exemplares desta árvore em Ponte de Lima. Promover a paz também se faz pela partilha do símbolo. Plantem-se mais árvores e divulgue-se o seu simbolismo... é uma migalha necessária à educação para a paz. segunda-feira, dezembro 24, 2007
Presépio, poema de Pedro Homem de Mello
domingo, dezembro 23, 2007
Natal, e não Dezembro_poema de David Mourão-Ferreira
Entremos, apressados, friorentos,
numa gruta, no bojo de um navio,
num presépio, num prédio, num presídio
no prédio que amanhã for demolido...
entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos e depressa, em qualquer sítio,
porque esta noite chama-se Dezembro,
porque sofremos, porque temos frio.
Entremos, dois a dois: somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rastro de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
entremos, despojados, mas entremos.
De mãos dadas talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoda.
David Mourão-Ferreira - Cancioneiro de Natal. Lisboa: Edições Rolim, 1986.
[ilustração: jcml]
sexta-feira, dezembro 21, 2007
Um rosto de Natal, poema de Ruy Belo

Caiu sobre o país uma cortina de silêncio
a voz distingue o homem mas há homens que
não querem que os demais se elevem sobre os animais
e o que aos outros falta têm eles a mais
no dia de natal eu caminhava
e vi que em certo rosto havia a paz que não havia
era na multidão o rosto da justiça
um rosto que chegava até junto de mim de nicarágua
um rosto que me vinha de qualquer das indochinas
num mundo onde o homem é um lobo para o homem
e o brilho dos olhos o embacia a água
Caminhava no dia de natal
e entre muitos ombros eu pensava em quanto homem morreu por um deus que nasceu
A minha oração fora a leitura do jornal
e por ele soubera que o deus que cria
consentia em seu dia o terramoto de manágua
e que sobre os escombros inda havia
as ornamentações da quadra de natal
Olhava aquele rosto e nesse rosto via
a gente do dinheiro que fugia em aviões fretados
e os pés gretados de homens humilhados
de pé sobre os seus pés se ainda tinham pés
ao longo de desertos descampados
Morrera nesse rosto toda uma cidade
talvez pra que às mulheres de ministros e banqueiros
se permita exercitar melhor a caridade
A aparente paz que nesse rosto havia
como que prometia a paz da indochina a paz na alma
Eu caminhava e como que dizia
àquele homem de guerra oculta pela calma:
se cais pela justiça alguém pela justiça
há-se erguer-se no sítio exacto onde caíste
e há-de levar mais longe o incontido lume
visível nesse teu olhar molhado e triste
Não temas nem sequer o não poder falar
porque fala por ti o teu olhar
Olhei mais uma vez aquele rosto era natal
é certo que o silêncio entristecia
mas não fazia mal pensei pois me bastara olhar
tal rosto para ver que alguém nascia
Ruy Belo - Todos os Poemas II. Lisboa: Assírio Alvim, 2004, pág. 1776 e 177 .
segunda-feira, dezembro 17, 2007
Arquitectura medieval em Ponte de Lima_o portal principal da Capela do Espírito Santo


Descreve Lourenço Alves: "a fachada apresenta um pórtico muito simples formado por duas séries de colunas coroadas de capitéis singelamente decorados com motivos diversos. O primeiro da direita exibe duas cabeças humanas, frustemente talhadas, envolvidas por uma serpente; os seguintes apresentam folhas de louro estilizadas e entrelaços" (Arquitectura Religiosa do Alto Minho. Igrejas e Capelas Românicas da Ribeira Lima. Viana do Castelo, 1987, pág. 164). Para Jorge Rodrigues o capitel da direita do portal principal da Capela do Espírito Santo (Moreira do Lima, Ponte de Lima) representa o Pecado Original (Paulo Pereira (dir.) - História da Arte Portuguesa. s/l: Círculo de Leitores, 2007, vol. 2, 54).
[fotos: jcml; Alçado: levantamento de 1979, adaptado.]
sexta-feira, dezembro 14, 2007
quinta-feira, novembro 29, 2007
sábado, novembro 10, 2007
Escola de Ponte de Lima em Serralves
A propósito da exposição de Robert Rauschenberg, intitulada Travelling 70-76, visitamos recentemente o Museu de Serralves. Não nos cansamos de frequentar aquele espaço cultural; costumamos complementar a visita ao espaço expositivo e à livraria com um passeio nos jardins. Desta vez, o circuito no roseiral conduziu-nos aos "Jardins Portáteis", um projecto para escolas desenvolvido pelos serviços da Fundação. Entre os trabalhos expostos identificamos a participação da Escola Secundária/3 de Ponte de Lima. Aqui ficam algumas imagens dos "Jardins Portáteis" dos estudantes limianos.
sexta-feira, novembro 09, 2007
sexta-feira, novembro 02, 2007
Arquitectura medieval em Ponte de Lima_a cachorrada da Capela do Espírito Santo (I)
Lê-se na História da Arte Portuguesa, dirigida por Paulo Pereira, no capítulo dedicado à arquitectura românica redigido por Jorge Rodrigues, a propósito da cachorrada da Capela do Espírito Santo, Moreira do Lima: "(...) a excelente decoração escultórica do templo distribui-se por uma das mais interessantes galerias de tipos "humanos" do românico português, maioritários entre os mais de trinta modilhões da cachorrada. Os mais simples apresentam cabeças e bustos - parecendo que alguns dos retratados se encontram dentro de barris, - geralmente barbados e olhando em frente. E se uns rezam, de mãos postas, outros limitam-se a cofiar a barba ou a lançar um olhar desconfiado de soslaio" (edição do Círculo de Leitores, vol. 2, pág. 54). O Padre Aguiar Barreiros, citado por Lourenço Alves, havia interpretado simbolicamente algumas destes modilhões: "alternam-se (...) os monstros e mascarões de traços enérgicos, numa atitude de carnaval". Para aquele autor "são bem patentes as alusões morais e satíricas, como aquela figura de olhos esbugalhados que deita fora a língua desmedida", que associa à ideia de maledicência (Cf. Alves, Lourenço - Arquitectura Religiosa do Alto Minho. Viana do Castelo, 1987, pág. 165).
Hoje, no sentido de partilhar esta riqueza iconográfica, deixamos elementos para uma visita virtual ao corpo central do templo, do lado direito. Na figura apresentamos o número que se encontra no topo da imagem do modilhão correspondente. 

[Fonte: alçado lateral direito, adaptado a partir do levantamento efectuado em 1979, escala 1/100; fonte http://www.monumentos.pt/; fotografias: jcml]
Carlos Alberto Ferreira de Almeida, na História da Arte em Portugal. O Românico, considera que a Capela do Espírito Santo não deve ser integrada no conjunto de ermidas românicas, por ter sido feita "no período gótico adiantado" (Lisboa: Editorial Presença, 2001, pág. 99). Considera, ainda, que o mesmo erro de classificação acontece com a ermida de Santa Eulália, de Refoios. terça-feira, outubro 23, 2007
Arquitectura em Ponte de Lima (IX)
1. Artigo de Giovanni Leoni/Antonio Esposito, In cerca di una regola. Progetti recenti di Eduardo Souto de Moura, publicado em “CASABELLA” 700, 2002, pp. 38-40 [http://icar.poliba.it/storiacontemporanea/letture/leoni/leoni20.htm];
2. Proposta da Architecturalroutes/programa 3. Itinerários de Arquitectura no Porto e Norte de Portugal [http://architecturalroutes.com/PT/program3.html];
3. Texto de Raffaella Maddaluno na Archinfo.it [http://www.archinfo.it/home.php?_idnodo=178332];
4. Índice da revista AV Monografías 108 - "La Casa Global" (2005), que inclui referência às casas de Ponte de Lima [http://www.arquitextos.com/arquitextos-3-3-11-0.html].
segunda-feira, outubro 15, 2007
Norton de Matos e Nova Lisboa
Desconheço o valor heráldico desta ilustração. De alguma forma, é reveladora de um modo de pensar a cidade fundada por Norton de Matos e, concomitantemente, o seu projecto para Angola. Entendemos que este projecto do carismático republicano limiano assentava numa vontade descentralizadora e reformadora, com laivos de autonomização da vida angolana relativamente à metrópole, mais do que numa intenção independentista. Aqui fica mais uma achega à acção de Norton de Matos.
Carlos Gomes tem razão no comentário de produz ao anterior post relativo a Norton de Matos. Precisou a data de fundação e a evolução da denominação da cidade de Huambo/Nova Lisboa.
quarta-feira, outubro 10, 2007
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